Stephen King afirmou que a estrada para o inferno era pavimentada com advérbios. Márcio Vassallo me ensinou isso na prática.

Assim nasceu o quarto capítulo de “O Mago e o Guerreiro”.

*Por questões contratuais, foi necessária a remoção do conto aqui publicado. Consulte o post O Mago e o Guerreiro [Capa, ilustrações e história] para mais informações.


Sinopse

A arte de escrever ganha vida quando o Mago e o Guerreiro se unem em uma jornada para encarar os desafios de quem resolve contar histórias através da escrita. Dez contos curtos retratam dificuldades enfrentadas por escritores iniciantes e as batalhas travadas para superá-las. “E livros, meu caro, são exércitos de palavras prontos para invadir mentes. Exércitos formados para conquistar o coração de quem lê.”

Capa

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Prefácio

Antes que continue, gostaria de aproveitar sua atenção para termos uma conversa sincera e silenciosa. Preciso que você saiba que o livro em suas mãos não foi pensado. Longe disso, foi um livro vivido. Resultado de uma experiência que mesclou esperança, insegurança e mudança. Três “anças” que desafiam qualquer um que ouse ser mais do que já é.

A esperança acendeu o fogo que iluminou o caminho. Entretanto, quando iluminou mais do que eu estava preparado para ver, despertou ansiedade.

A insegurança soprava forte e, por inúmeras vezes, apagou a chama que ardia em diferentes tamanhos e intensidades. Reacender o fogo mostrava que eu a vencia.

A mudança surgiu quando a dor da estagnação tornou-se insuportável; quando a perspectiva de um futuro arriscado venceu o conforto de um presente certo.

Muito do que foi vivido no caminho para me tornar um escritor, você encontrará nas próximas páginas. Mas não se engane, esse livro não tem a pretensão de ensinar. Os dez contos curtos que compõem a obra nasceram da minha necessidade de refletir sobre as dificuldades que encontrei enquanto travava batalhas diárias contra mim mesmo.

Não há trégua enquanto a guerra ainda é lucrativa. Nem sempre saí vitorioso, mas as batalhas internas continuam me ensinando, todos os dias, mais sobre  a arte de escrever. Como professor, aprendi ensinando. O Mago aprende ao ensinar o Guerreiro, que, por sua vez,  ensina ao aprender. Não deixe que a simplicidade paradoxal, aliada à repetição de palavras, afaste você da mensagem.

Por último, peço que você entenda que essa obra não está finalizada, e talvez nunca esteja. Como um ser que nasceu, vive sem a certeza de um propósito e terá seu fim quando o acaso assim decretar. É certo que mais material será  inserido em edições futuras. Os contos, curtos e objetivos, são a minha maneira de compartilhar com você o que vivi, se decidir me acompanhar.

Agora que já tivemos nossa conversa, sinto-me à vontade para permitir que prossiga. Com carinho, lhe peço algo que logo vai entender: deixe que o exército que se aproxima conquiste seu objetivo.

A série de contos virou livro ilustrado digital e já está disponível na Amazon através do link:

O Mago e o Guerreiro