Olá, viajante!

A resenha de hoje é do conto As Crônicas dos Mortos: Elevador 16, do autor Rodrigo de Oliveira. Espero que curtam um Terror visceral!

 

elevador

 

Ficha Técnica

Nome do livro: Elevador 16 (As Crônicas dos Mortos)
Autor: Rodrigo de Oliveira
Editora: Faro Editorial
Ano: 2014
Páginas: 76

 

 

Sinopse

Estamos em 2017.
Cientistas descobrem um planeta vermelho em rota de colisão com a Terra.
Depois de muito pânico nos quatro cantos do mundo, os astrônomos asseguram que o planeta passaria a uma distância segura e todos ficam tranquilos acreditando que nada iria acontecer…
Mas não podiam estar mais enganados.
No dia em que o planeta estaria mais visível a olho nu, enquanto todo o mundo se preparava para observar o fenômeno, um grupo seguia para um compromisso chato: fazer hora extra num sábado, pois todos os projetos estavam muito atrasados.
Na hora do almoço, 16 pessoas entram no elevador… mas ele para entre dois andares.
As comunicações não funcionam, nem alarmes ou celulares, ninguém aparece para ajudar. E eles não sabem que, em todo o mundo, algo muito estranho aconteceu. Em poucos segundos, 10 pessoas caem num surto coletivo, como que desmaiadas. Entre o desespero e tentativas de busca por ajuda, um deles começa a abrir os olhos. Mas eram olhos vazios, olhos do mal…
Este livro conta uma história que ocorre no exato momento em que o nosso mundo se transforma. Traz personagens que vivem o intenso evento cósmico que mudaria a Terra para sempre.
Leia, comente, discuta, conheça uma história paralela da série As Crônicas dos Mortos. O primeiro dos cinco livros é O Vale dos Mortos.

 

Resenha

Sou consumidora assídua de tudo relacionado ao terror zumbi: jogos de vídeo game, filmes, séries ou livros. Livros estes que nunca faltarão em minha estante!

Este Spin-Off faz parte da série de As Crônicas dos Mortos, que contêm cinco livros. Li Elevador 16 pelo app Kindle do celular em algumas poucas horas e já me deu vontade de ler a série toda.

A escrita do autor é hipnótica. Aflorou meus sentimentos de amor e ódio. Me fez ter empatia com todos os personagens. Me coloquei no lugar de cada um deles nas cenas. Fiquei aflita. Minhas mãos ficaram frias — aquela adrenalina básica.

As cenas são bem descritas, viscerais, aflitivas, claustrofóbicas (até pra quem não e claustrofóbico) e possuem, claro, muito sangue! Ah, como eu adoro sangue!

Há uma cena “comum” inicial entre um casal que o autor toca fundo na cultura machista do nosso país e que já me deu vontade de descer do salto e dar umas boas porradas na cara do personagem.

Achei que com essa cena ia virar lenga lenga, mas a personagem principal deu uma volta fantástica na situação e se tornou uma mulher forte durante o desenrolar da história e das situações inesperadas.

Já presenciei vários tipos e formas de infecção e desinfecção (cura) e, neste caso aqui, a infecção é misteriosa. Inicialmente, ela não se dá através de uma mordida. Talvez na série isto seja explicado. Está aí mais um motivo que me instigou a ler a série!

Um conto forte, perturbador e envolvente. Me arrepiou e me fez sentir pena dos personagens, além de ansiar por mais.

Com certeza você tem que ler este conto e a série toda também.

 

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Espero que tenha se interessado pelo livro, nos vemos na próxima segunda-feira.