Olá, viajante!

Hoje é segunda-Feira, dia da nossa resenha nacional! A obra do dia a ser analisada é Ilha dos Ossos, livro 2 da Trilogia de Athelgard, da autora Ana Lúcia Merege!

 

Para ler a resenha do livro 1 (não há spoilers) clique aqui: O Castelo das Águias!

 

Para conhecer a autora e todos os seus trabalhos clique no Castelodasaguias. Sim! A autora tem vários livros publicados, participou de muitas antologias, tem eBooks, livros físicos, inclusive é madrinha de algumas outras obras. Clique aí em cima e fique também de queixo caído igual a mim quando descobrir o universo de Ana!

Vamos à resenha!

 

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Ficha Técnica

Nome do livro: A Ilha dos Ossos
Autor: Ana Lúcia Merege
Editora: Draco
Ano: 2014
Páginas: 296

 

Sinopse

Durante uma viagem para encontrar uma confraria de bardos, ela desaparece misteriosamente, e Kieran é obrigado a seguir suas pistas através dos pântanos e mares de Athelgard. Pelo caminho ele irá encontrar aliados improváveis – barqueiros, religiosos e uma trupe de saltimbancos – e enfrentará piratas e guerreiros, além de se deparar com seres que até então só vira em antigos livros de Magia. E a maior surpresa de todas o aguarda no destino final…

A Ilha dos Ossos, romance fantástico de Ana Lúcia Merege, é o segundo da série iniciada por O Castelo das Águias (2011) no mundo de Athelgard. Inspirado nas lendas celtas e com grande sensibilidade artística, a autora cria personagens que habitam esse mundo que parece vindo de contos de fadas, mas nem sempre com finais felizes.

Resenha

Não há spoiler nesta resenha. Pode ficar tranquilo(a)!

Dessa vez, nossa história é narrada por Kieran de Scyllix, o Mestre das Águias.

Este livro segue a linha temporal de onde terminou o primeiro. Achei excelente a autora ter trocado o ponto de vista dos personagens, nos dando, assim, a oportunidade de conhecê-lo melhor em uma pegada diferente.

Será que o romance entre Kieran de Scyllix, o Mestre das Águias, e Anna de Byrke, nossa Mestre das Sagas, vingou? Claro que eu não falarei para te fazer ler!

Aqui, Kieran faz um juramento a uma pessoa. Consiste em não usar seus poderes para descobrir onde a pessoa está. O que ele não poderia imaginar é que especificamente a pessoa em questão pode estar correndo risco de vida neste exato instante.

E aí nossa aventura se inicia, partindo do sul de Vrindavahn rumo a região Norte de Athelgard, mais precisamente para a Ilha dos Ossos. Passaremos por diversos vilarejos, desbravando o mapa de Athelgard.

Kieran é obrigado a passar por diversas situações tensas, faz amizades inesperadas, também é apunhalado pelas costas por quem menos esperava… Tudo para tentar encontrar a tal pessoa que estava em um barco o qual foi sequestrado.

Quando essa pessoa sequestrada aparece na narrativa, acreditei que algo de ruim tivesse acontecido. Imaginei que a pessoa havia pendido para o lado maligno. (Será?)

Notei, com a leitura desta narrativa, uma grande mudança no comportamento de Kieran. Além de continuar sendo um homem misterioso, inicialmente ele se mostra possessivo e obcecado. No desenrolar da história, entendemos essa briga interna dele para se controlar e vencer (ou não) essa força que vai contra sua natureza intrínseca. Há uma cena lá para o final do livro que me fez gelar.

A autora abre o grande segredo que cerca Kieran e sua irmã desde o livro 1. Descobrimos aqui o motivo pelo desafeto entre eles. Confesso que não soube o que pensar e qual lado apoiar. Fiquei chocada com a revelação.

Também temos a oportunidade de conhecer mais sobre a moeda própria de Athelgard. Mais segredos familiares. Cenas incríveis de magias. Brigas entre os barcos pirata. Conflitos corpo a corpo com espadas de tirar fôlego.

O gancho final para o livro três foi engraçadíssimo! Assim que terminei este, já iniciei o último livro da trilogia.

 A Ilha dos Ossos é um livro recheado de reviravoltas, mistérios, vampiros, lutas, magia e muitos piratas. Adorei! São raros os livros nacionais nos quais encontro o tema da pirataria (espero encontrar mais por aí!). As autoras estão arrasando!

Esta leitura me deixou tensa. A aflição me impediu de deixa-lá para depois. Virei as páginas sem perceber, ansiando por saber se a pessoa sequestrada pelos piratas estava viva ou não.

Se você gosta de aventuras mágicas a bordo de barcos, em companhia de piratas, sem dúvida alguma vale a pena se aventurar por essas páginas mágicas!

Se já leu este livro, semana que vem venho falar do livro 3, A Fonte Âmbar. Se ainda não leu, não leia a resenha de semana que vem. (A Taverna avisou, hein!)

Interessou pela obra? Compre na Amazon através deste link e ajude a manter o blog. \o/

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