Viajantes, como já deixamos claro, o objetivo principal da Revista A Taverna é fomentar a leitura/escrita de contos dentro dos gêneros abraçados por nosso projeto. Sendo assim, como forma de honrar o compromisso firmado, estamos disponibilizando, na íntegra, o conteúdo da primeira edição da revista. Sempre que uma nova edição for lançada, o conteúdo da edição anterior será disponibilizado em posts aqui no blog.

Caso queiram saber mais sobre a revista, não deixem de acessar o post fixo

Agora, sem mais delongas, fiquem com a primeira edição da Revista A Taverna!

capa

Editorial

Deixe-nos falar sobre caminhar como uma família.

Foi lá em 2017 que começamos a caminhada. Por forças aquém de nossa compreensão, fomos reunidos em um só local: A Taverna. De lá para cá, prosseguimos juntos, carregando aquele lugar para onde quer que fôssemos. Batalhamos e encontramos nos outros a força que faltava. Não restavam dúvidas: A Taverna ganhava ares familiares.

Passamos por 2018 como uma família. Cientes de que não importava se o mundo havia resolvido acabar lá fora, n’A Taverna estava sempre tudo bem. Permanecemos juntos. E assim lutamos nossas batalhas, cuidamos de nossas feridas e continuamos caminhando, tendo nos ombros próximos o apoio necessário para prosseguir.

Erramos algumas vezes no decorrer da trajetória; com isso, ganhamos experiência. Passamos para níveis seguintes e ainda estamos evoluindo. Em alguns momentos, escolhemos caminhos que tornaram a caminhada ainda mais longa e árdua. Entretanto, foram tais escolhas que nos mostraram o que realmente valia a pena. Durante 2018, recebemos visitantes fantásticos, que fizeram A Taverna vibrar de forma única. E foi com a força de cada um deles que chegamos até aqui, 2019.

Sendo assim, que este ano comece com a primeira edição de nossa querida Revista A Taverna, e que as histórias aqui contadas encontrem em outros viajantes a força para reverberarem.

Equipe A Taverna

 

Prólogo

Ao chegar n’A Taverna, não há dúvidas: não se trata de uma taverna qualquer. Ela te recebe com o fantástico. Você percorre o lugar com olhos de quem encontrou algo que precisava, mas ignorava.

Dois passos para frente e a porta bate, deixando para trás o real, demais para suportar. Tudo dói e você cai de joelhos. Ninguém nota sua presença; já você, nota toda a ausência. Falta tudo que, até então, nem falta fazia.

A Taverna está cheia de vida, histórias se cruzam, jornadas ganham fim ou começo. Tem gente de tudo quanto é canto, jeito e encanto. N’A Taverna, diferenças são detalhes.

Já de pé, você caminha até o balcão, procura por um Taverneiro e não o encontra. Ao observar com atenção, percebe que todos se servem como bem entendem. Há comida e bebida ao alcance. Todos consomem e deixam moedas sem que ninguém precise cobrar.

Após servir-se do bastante para preencher seus vazios urgentes, você anda até uma grande mesa redonda, que fica bem no centro do lugar. Todos assentos ocupados. A única opção é ficar de pé, junto à grande maioria. Ali, A Taverna pulsa. Aquela mesa é um coração; bombeia histórias para todo o lugar.

Contadores de histórias estão sobre a mesa. Viajantes compartilham fantasias de mundos diversos, que trazem no verso não só o dom de viver e imaginar, mas a capacidade de reinventar. Todos ouvem atentos. Fazem das histórias alimento para
quem tem fome de escapar. De barriga cheia, fica fácil esvaziar as dores que transcendem o corpo.

Assim, cinco contos trazidos por viajantes marcam você para sempre.

Diogo Ramos

Clique sobre a imagem ou título do conto para iniciar a leitura

Como Um Fio que se Estende pela Eternidade – Anna Fagundes Martino (Fantasia)

fio

 

As Dores de Cada Um – Rubem Cabral (Fantasia/Terror)

Dores

 

Venâncio Aguado – Letícia Copatti Dogenski (Fantasia)

venancio

 

A Norma Aqui de Cima – Renan Bernardo (Ficção Científica)

norma

 

Asas – Daniela Almeida (Fantasia)

Asas

 

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